sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Essa eu tive que postar, desculpem se ficou meio forte para o horário...

Loira do Paraná!!! Boa!!!!


A loira ia se jogar no mar, no cais do porto, quando aparece um marinheiro.

- Moça, não faça isso!!!

- Vou me jogar, minha vida é uma droga!

- Não faça isso! Olha, meu navio está de partida para a Europa. Por quê você não vem comigo e pensa melhor? Se, chegando lá, você ainda quiser se matar, pelo menos terá conhecido a Europa.

A loira achou a proposta razoável e seguiu com ele para um bote salva-vidas, onde viajaria clandestinamente. Durante duas semanas, ele a visitava à noite trazendo comida, água e transava com ela. Comida, água e cráu. Até que um dia o capitão fez uma inspeção nos botes e descobriu a loira. Ela, sem saída, lhe contou a verdade.

- Olhe, eu estou aqui, seguindo para a Europa, porque um marinheiro me trouxe. Todas as noites ele me traz comida e água, e como agradecimento eu "dou" para ele. E combinamos assim até chegarmos lá. Ainda falta muito?

- Não sei moça. Mas, por enquanto, esta balsa só faz a travessia Caiobá - Guaratuba!!!!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Bate-papo cabeça entre jornalistas estagiários desesperados!

- @JhonnyColin ... diz (12:59):
PAUTAAAAAAAAA

Bruna diz (12:59):
tu tens?

- @JhonnyColin ... diz (12:59):
noum

Bruna diz (13:03):
acho q vou roubar um banco\
e depois me conceder uma exclusiva

- @JhonnyColin ... diz (13:03):
=D
posso levar os creditos das fotos?

Bruna diz (13:05):
aham
e deixo teres a entrevista tbmn

- @JhonnyColin ... diz (13:06):
=D
oba
vai la
to esperando

Bruna diz (13:07):
mas depois tu sequestras alguem
=D

- @JhonnyColin ... diz (13:07):
aham
vc!

- @JhonnyColin ... diz (13:08):
MANCHETE: Jornalista sequestra assaltante de banco
e na foto-legenda: "Estávamos sem pauta!! Estávamos sem pauta!!", gritavam os jornalistas que foram presos e espancados pela PM

Bruna diz (13:11):
ja pensastes, uma passeata na praça do congresso

- @JhonnyColin ... diz (13:12):
jornalistas enfurecidos com placas de "Pautas Já!"

Bruna diz (13:12):
cade os bandidos?
queremos assaltos!!

- @JhonnyColin ... diz (13:12):
cade os releases??

Bruna diz (13:13):
NENHUM release veio hj
NENHUUM

Bruna diz (13:14):
preciso comprar um carro

- @JhonnyColin ... diz (13:15):
soh tem releases de feliz natal e feliz ano novo

Bruna diz (13:17):
hahahaha aham
vontade de publicar todos

- @JhonnyColin ... diz (13:18):
hsuahsuahsaush
eh eh

Bruna diz (13:26):
to me sentindo a andrea sachs

- @JhonnyColin ... diz (13:26):
quem é?

Bruna diz (13:27):
a estagiaria do diabo veste prada

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Entrevista com Marlene Soccas

Por Djonatha Geremias
Foto em breve...
Marlene Soccas é odontóloga e atualmente reside em Criciúma (SC).
Ela é uma militante comunista, que foi presa e torturada na década de 70, em São Paulo.
Hoje, aos 75 anos, ela continua na luta ideológica contra os torturadores e assassinos da época.
Em entrevista coletiva aos acadêmicos do Curso de Jornalismo da Faculdade Satc, Marlene Soccas conta como tem sido sua vida desde o golpe militar.

Repórter: Como era sua vida antes do golpe militar e como ela se transformou depois?
Marlene: Antes do golpe, eu era uma pequena burguesa. Tinha colares e joias muito caros. Aos 21 anos, eu já era uma diplomada, com graduação em Odontologia. Tinha um grande futuro pela frente. Entretanto, após o golpe, eu (assim como centenas de outras pessoas que lutavam contra a repressão) fui tachada de terrorista, subversiva e outras coisas piores.


R.: Como ficou sua relação com a família e com a sociedade em geral durante as perseguições militares?
M.: Não contei à minha família nada sobre o que eu andava fazendo, pois sabia que era um risco tanto para ela quanto para mim. Minhas joias, por exemplo, eu distribuí para meus entes para que, caso eu fosse pega pelos militares, não ficassem em poder deles. Ainda assim, não contei o porquê daquele ato. Alguns me perguntavam “Marlene, você vai virar freira?”, mas não podia contar. Depois disso, assumi outra identidade. Tinha documentos falsos, precisei mudar meu jeito de falar para uma forma menos instruída, mudar minha letra e procurei um emprego em uma fábrica, onde recebi outro apelido, “obreirista”.

R.: Mas você foi presa mesmo assim, como se deu esse fato se você assumiu outra identidade?
M.: Porque eu cometi um erro muito infantil. Nosso movimento contra o golpe era cheio de pessoas com vontade de mudar a situação do país, mas ninguém tinha experiência, éramos todos imaturos nesse campo. Eu fui presa porque coloquei na minha bolsa meus documentos falsos junto aos meus verdadeiros, além de outras provas que me “incriminavam” como membro dos movimentos revolucionários. Em uma abordagem militar, eles perguntaram meu nome e eu, pega de surpresa, respondi o verdadeiro, mas eles revistaram minha bolsa e encontraram os documentos falsos também. Como pequena burguesa, não fui educada para mentir. Então fui presa.

R.: Como foi sua temporada na prisão?
M.: Quando cheguei lá, fiquei admirada com a quantidade de gente presa. Só ali havia mais de 1500 pessoas, todas eram torturadas. Comigo não foi diferente. Eles me davam eletrochoques, me surravam e me deixavam sem comer, para que, caso eu entrasse em convulsão, não me engasgasse com a comida e falecesse. Eles queriam que eu falasse. Cheguei a ficar quase 14 horas sendo torturada, mas não falei nada que comprometesse o movimento, nem consegui desmaiar (quem me dera pudesse), sempre tive uma estrutura física muito forte e saudável, aguentei tudo.

R.: E quanto às provas na sua bolsa, o que os militares fizeram com elas?
M.: Despejaram em uma mesa e me colocaram para observá-los, esperando que eu tentasse surrupiar algum objeto que eu julgasse importante esconder deles. Fui mais esperta e não movi um músculo. Ali havia uma carta de um membro do movimento me chamando para uma reunião, indicando hora, data e local. Havia também um cartão de Paulo Stuart, outro membro e deputado de esquerda (pelo qual fui apaixonada e que me iniciou na luta política), no qual ficou a marca de batom de um beijo que dei. Se os militares tivessem sido espertos, teriam percebido. Mas, assim que eu saí da prisão, ele foi preso, torturado e morto.

R.: Como você deu continuidade a sua luta após a saída da prisão?
M.: Eu queria denunciar a tortura. Mesmo na época do golpe militar, a tortura era teoricamente ilegal, anticonstitucional. Eu saí de lá com fome de lutar por justiça, mas, como disse antes, não tínhamos experiência para isso. Havia o grupo que pretendia uma luta armada e outro que acreditava em uma luta político-ideológica, que não era menos perigosa que a luta armada. Para mim, ganhar as pessoas através da mente e do coração era mais importante. Sugeri escrever uma carta com a denúncia da tortura, mas o grande grupo não aceitou. Entretanto, eu desobedeci ao coletivo e a redigi. Espalhei por vários lugares, como para a atual Ordem dos Advogados do Brasil e para a Anistia Internacional. Depois de um tempo fiquei sabendo que foi publicada até no The Washington Post, jornal norte-americano. Essa carta serviu de base para, junto a outras cartas e denúncias, formar o famoso livro “Brasil, nunca mais”. Mas a luta continua até hoje. Tentamos enquadrar os assassinos e torturadores da época do golpe nas leis antitortura.

R.: Depois de todo esse tempo pós-ditadura, como você a vê atualmente?
M.: Da mesma forma de como eu a via enquanto a vivenciava. A ditadura veio para cumprir seus papéis, que, dentre outros, era o de colocar a UDN no poder. Esta era composta pelos banqueiros, latifundiários e os realmente grandes empresários, que não conseguiriam chegar ao poder através do povo. Os militares foram a ferramenta ideal para atingirem tal objetivo, pois eles tinham um treinamento específico para torturas. Foram instrumento do imperialismo para impedir que o Brasil avançasse economicamente e se desenvolvesse a ponto de se auto-sustentar. Os imperialistas (subentende-se o governo norte-americano) queriam que o Brasil dependesse deles, que fosse colônia e que fosse fonte de matéria-prima barata. Outro papel da ditadura foi fazer acabar o amor à pátria, o que se mantém até hoje. A apatia atual do povo brasileiro em relação ao país e à política é fruto da ditadura.

R.: Como essa atual visão da sociedade poderia ser revertida, em sua opinião?
M.: Para acabar com essa sociedade alienada e transformá-la em uma sociedade crítica, com o amor restaurado pela cultura nacional e pelo próprio Brasil, há várias formas. Uma delas é através do jornalismo. Os repórteres são peças fundamentais contra as armadilhas do poder. São tão importantes, que foram os primeiros a serem perseguidos com a ditadura, através da censura à imprensa. Os que se arriscavam contra os censores eram também tidos como criminosos e foram presos, torturados e vários foram mortos. O jornalista pode tanto solidificar o status quo da sociedade, como pode transformar a realidade dela. Isso vai depender de em que lado esse profissional vai jogar.

Kelley Alves - Os Dois Lados de Uma Jornalista

Por Djonatha Geremias
Fotos cedidas por Kelley Alves

Kelley Alves conta como é a vida de uma jornalista que lida diariamente com desigualdades, oposições e comprometimento social, sem deixar o “ser mulher” de lado.

Fazer muitas coisas ao mesmo tempo não é fácil, principalmente quando são coisas muito importantes e que envolvem muitas pessoas. Assim é a rotina da jovem universitária Kelley Alves, de 21 anos.

Kelley está no último semestre do curso de graduação de Jornalismo, pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), época de monografias, trabalhos, projetos experimentais, organização de formatura e por aí vai. E sim ela está envolvida com tudo isso.

Ela também é radialista, comandando sozinha um programa de jornalismo na Rádio Comunitária de Içara (Rádio Cidadania 104,9 FM), o programa Ação Cidadania, de segunda à sexta-feira, das 8h às 10h.

Jovem e apaixonada, em meio a tantas responsabilidades, Kelley ainda resolveu se casar na mesma época de fim de faculdade e trabalho na rádio.

Determinação é a palavra que define essa personalidade ativa e corajosa de Kelley Alves, que encara os desafios da vida como poucos são capazes de fazer (pelo menos, não tudo de uma só vez).

Kelley é natural da Bahia e, após o pai receber uma proposta de emprego melhor, veio com a família para o sul de Santa Catarina quando tinha 11 anos de idade, deixando para trás amizades e paquerinhas. “Conheci o frio mesmo aqui no sul”, ela comenta.

Comprometimento Social

Na faculdade, sua monografia trata de análises de editoriais de jornais concorrentes da região de Içara, município onde morou e trabalha há mais de um ano. Além de ser uma tarefa complexa, ela e outra colega, Bruna Borges, se engajaram em um projeto experimental de TV, tratando do tema Desigualdade Social.

Ousado, o projeto consiste em trocar por um dia duas crianças entre suas famílias, uma de classe econômica alta e outra baixa. “A ideia partiu de mim, embora houvesse um programa de TV parecido com troca de mães na TV Record. Os objetivos são diferentes. A Bruna, entretanto, é quem cuida de toda parte de edição do trabalho. Nós conseguimos amadurecer a ideia inicial, que foi aprovada pelos nossos professores, que já no adiantaram que seria um trabalho difícil”, explica Kelley. “Ser difícil” não parece ser algo que barre a jovem.

Com a supervisão de um psicólogo e de uma assistente social, Kelley reuniu em sua própria casa as duas crianças (meninas de 6 e 11 anos) para interagirem inicialmente e realizar atividades dinâmicas para terem consciência do projeto, como por exemplo, fazer recortes em revistas de objetos que elas imaginavam encontrar na casa da outra criança. Depois, houve o acompanhamento da troca de lares por um dia, no qual as crianças perceberam como a realidade é diferente até do que elas imaginavam que fosse.

Segundo Kelley, houve muita burocracia para conseguir convencer os pais a permitirem a realização do projeto com as meninas, principalmente porque seria filmado. As primeiras filmagens começaram há cerca de um mês e o trabalho está em processo de finalização, faltando apenas transcrever os resultados para o encarte que acompanhará as filmagens em DVD.

“Não era só um trabalho de conclusão de curso. É uma forma de mudar a realidade, contribuir de alguma forma. O que essas crianças aprenderam contará muito para a forma como elas verão a vida dali em diante. Além disso, todos nós (estudantes, psicólogo, assistente social e professores) aprendemos muito e sei que muitos estudantes, com esse projeto pronto, irão aprender bastante também”, conta Kelley.

O Casamento

Também há cerca de um mês, Kelley Alves e o jovem técnico de informática Edemur Zilli resolveram “juntar as escovas de dente”. O casamento seria um passo decisivo na vida do jovem casal evangélico que já namorava há seis anos, guardando-se um para o outro.

“Minha mãe dizia que era cedo, mas eu sempre fui meio teimosa e obstinada. Nós já sonhávamos com o casamento há tempos e conseguimos transformá-lo em realidade”, diz a jovem.

O que a realização de um casamento tinha de agradável, a correria para a preparação dele tinha de corrido. Enxoval, vestido, restaurante, cerimônia, convites, convidados, buffet... Mais tantas responsabilidades que Kelley Alves assumiu firmemente, com apoio da família e amigos.

Uma vez consumada, a união trouxe aquelas novas responsabilidades que poucas pessoas são capazes de suportar: o convívio diário (isto é, lidar com o bendito xixi do companheiro sobre o vaso sanitário). “Só não quero ter filhos agora, aí já seria demais para mim”, comenta de forma bem-humorada.

A Rádio

O profissionalismo de Kelley é comumente desafiado durante suas entrevistas no programa de jornalismo Ação Cidadania, que comanda diariamente. Questionar, duvidar e apresentar os fatos são ações que sempre deixam muitos entrevistados resabiados, principalmente no meio político.

“Algumas pessoas não entendem e levam para o lado pessoal. Se eu entrevisto alguém da administração municipal, por exemplo, eu certamente vou entrevistar também, sobre o mesmo assunto, alguém da oposição, e vice-versa. Eles querendo ou não, gostando ou não. É meu dever como jornalista. Mas não dá para agradar a todos”, explica a radialista.

Jornalismo de rádio comunitária é de fato para a comunidade. Assim, “pequenos” assuntos são tratados com a devida importância pela rádio. “O povo não quer saber apenas dos trâmites econômicos do município, ou das notícias de outras localidades. O Ação Cidadania vem para solucionar os problemas diários e corriqueiros que atrapalham demais a vida da comunidade, como aquela poça fedorenta na rua, ou aqueles buracos que atrapalham o trânsito dos veículos, ou ainda o sumiço de pessoas e animais de estimação”, revela Kelley.

Kellley Alves

Ser esposa, jornalista, ser universitária, radialista, ser mulher... ser humana. Assim é a vida corrida de Kelley Alves, que, como de costume, pretende ainda ir muito além depois dessa etapa da vida.

Mulheres como Kelley não param após o sucesso e fazem seu nome ficar registrado na história, senão na do país ou do mundo, na vida de muita gente, como a deste amigo que a entrevistou e agora vos escreve.

domingo, 18 de outubro de 2009

EM MANUTENÇÃO

Oi, pessoas, esse blog está passando por algumas (reformulações) mudanças para (atender melhor à disp...) ficar mais legal.

Para quem ainda não sabe, estou fazendo faculdade de Jornalismo e eu estava usando esse espaço para publicar minhas notícias ou fotos que eu fiz enquanto trabalhava no Jornal Içarense.

Então, com mudança de layout do blog, mais limpo, quero voltar ao objetivo inicial que me (impulsionou à realização deste) fez criá-lo. Para saber, clique aqui para ler o primeiro post.

A imagem acima eu fiz no Photoshop. Se quiserem usá-la, fiquem à vontade, mas deem o crédito, beleza?

Para ler algumas matérias minhas, visitem o Jornalismo Satc.

Meu e-mail ainda é o mesmo: sdndsdnd@gmail.com.

Forte abraço! Até a próxima!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

"Encontro da Mulher" atraiu cerca de 1000 mulheres ontem

Superlotou o Clube Ipiranga, o seminário "Encontro da Mulher", com o dobro de visitantes femininas esperadas, na tarde de ontem, com várias atrações que divertiram o público.

Por Djonatha Geremias (Jornal Içarense)

Entre 900 e 1000 mulheres estiveram reunidas no Clube Ipiranga, na tarde de ontem, segunda-feira, participando do Encontro da Mulher "Estar Bem, Ser Feliz", realizado pela Administração Municipal e Secretaria de Saúde.

A expectativa era o comparecimento de apenas 500 mulheres, mas o dobro desse esperado fez com que uma silenciosa correria em busca de mais cadeiras acontecesse.

O prefeito içarense, Gentil Dory da Luz, agradeceu à presença de todas e disse que, prevendo o sucesso do evento, preferiu deixar de ir ao seu julgamento do TRE em Florianópolis, para prestigiar o acontecimento.

As mulheres (servidoras públicas, membros de clube-de-mães, agentes comunitárias, entre outras cidadãs içarenses) e alguns homens, os quais, assim como o prefeito e o vice, José Zanolli, acompanharam suas esposas, presenciaram uma dança do ventre, da criciumense Cia. Cintia Cristal.

A seguir, o público deu gargalhadas com a palestra da sexóloga florianopolitana Clarice Leal Freitas, que expôs com carisma e irreverência situações do citidiano feminino, principalmente no que diz respeito aos relacionamentos. "Foi impressionante a alegria, a vibração e o entusiasmo do público. Precisavam mesmo de um encontro só para elas, que teve uma qualidade incrível e serviu como um despertar para uma nova vida mais plena", comenta Clarice, ao final.

A advogada Maria Beatriz Dreyer Pachecho também palestrou, contando sua experiência de vida, como mulher e como portadora do vírus HIV, emocionando e entretendo a plateia, abordando temas como auto-estima, descoberta do "eu" de cada uma, valorização e respeito.

Antes de encerrar o evento com um café da tarde (com sucos, salgados e café-com-leite), as centenas de mulheres de todas as idades presentes assistiram a um desfile de moda realizado pelos integrantes da Oficina Vida PositHIVa, que confeccionaram os modelos, de autoria da estilista içarense Gabriela Casagrande.

A gestora da Secretaria de Saúde, Valdemira Dagostin, conta que este é o primeiro de muitos eventos. "A Saúde aqui em Içara é sustentada pelo seguinte tripé: o Idoso, o Trabalhador e a Mulher", finaliza. Para a coordenadora do Programa DST/Aids e uma das organizadoras do evento, Samira Abdenur, este atingiu o objetivo e superou todas as expectativas.

Uma das mulheres que prestigiaram o evento, Maneide Adelino de Carvalho, valeu muito a pena assistir e quando houver outros, ela virá, pois a fez ver sua vida de um modo diferente e melhor.

Ao fim, todas as presentes receberam um certificado assinado pelo prefeito e pela gestora municipal de saúde confirmando a presença no Encontro, que teve duração de quatro horas, começando às 13h30min.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Cyanide & Happiness #1479

Cyanide & Happiness #1479:

quarta-feira, 27 de maio de 2009

POLÍCIA - Resolvido o problema com a cláusula do convênio de terreno

Para a construção da nova sede da 2ª Compania da Polícia Militar de Içara, uma cláusula no convênio deve ser retificada, o qual, acertado entre as partes, ficará pronto no início de junho.

A cláusula foi retificada e o convênio para a transferência do terreno já está sendo encaminhado e ficará pronto próximo do dia 3 de junho, segundo informações do major Silva, da Polícia Militar de Içara.

O convênio é entre o empresário Zefiro Giassi e o Governo do Estado, pois Giassi possui um terreno no qual o Governo tem interesse em construir a nova sede da 2ª Compania da Polícia Militar de Içara.

A intenção do fechamento do convênio ocorre desde julho de 2008, mas por uma cláusula no convênio, este não foi acertado, pois ela acertava que, se a obra não fosse finalizada em um período de dois anos, o terreno voltaria a ser propriedade do empresário.

O Governo do Estado não aceitou a cláusula e o impasse se estendeu até esse mês.

Agora, segundo a coordenadora regional de patrimônio estadual, Miriam Soratto, a cláusula foi apagada do convênio, o qual estará pronto e retificado até o começo de junho. “É uma situação delicada, pouca coisa pode ser afirmada, mas, se não ocorrer nenhum imprevisto, ele estará pronto nos primeiros dias de junho”, completou a coordenadora.

O major Silva explicou que, após o término do convênio retificado, ele será encaminhado para Florianópolis para que seja feita a licitação da escritura do terreno, que fica ao sul e a oeste com a Empresa Giassi, ao norte com a SC-444 e a leste com uma rua projetada, na Vila São José.

Foto: Alex Cichella (Jornal Içarense)
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GERAL - Rua do PV deve receber verba para pavimentação

Solução da Rua Diomício Freitas, no Bairro Presidente Vargas, próxima da realidade. O recurso disponibilizado pelo governo do Federal, no valor de R$ 200 mil, viabilizado no dia 13 de maio, quando o prefeito Gentil da Luz, realizou a última viagem à Brasília, a fim de buscar recursos para a pavimentação no município.

De acordo com o secretário de Obras, Jose Eloir do Nascimento, parte do dinheiro será investido na Rua Diomício Freitas, que há mais de um ano está interditada. “Nós começaremos a mexer neste local na última semana deste mês, quando faremos a Mesa com Prefeito no Bairro Presidente Vargas”, garantiu Nascimento.

Em relação ao recurso que será investido na rua engenheiros da Secretaria de Obras estão fazendo um levantamento a fim de verificar quanto será gasto. “Ainda não está definido o que será gasto na obra, nós estamos fazendo um estudo e em breve teremos a resposta”, garantiu o engenheiro Civil Márcio Peruchi.

Foto: Djonatha Geremias (Jornal Içarense)
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FLASH JI - Retrans e o descaso com o lixo doméstico

A empresa de transporte e recolhimento de lixo de Içara, a Retrans Reciclagem e Transporte, está deixando a desejar, quando diz respeito ao recolhimento de lixo doméstico. Os funcionários não tomam cuidado quando pegam as sacolas das lixeiras e acabam rasgando as mesmas, deixando cair o lixo pelas calçadas, sem ao menos se darem ao trabalho de recolhê-los, deixando que o vento espalhe as sujeiras pelas ruas do município, como registramos nesta terça-feira, após a passagem dos funcionários da empresa na noite anterior.

Foto: Djonatha Geremias (Jornal Içarense)
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